segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Sonhei um Sonho... Pobre mendigo do Olhar da Vida




Sonhei um sonho... No qual raro foco pés no chão, barriga vazia, Sol e chuva... Repleto em mim



Minha face, meus ombros, minhas pernas e braços fracos... Demonstração de quem sou...



QUEM SOU?



Pobre



Mendigo



Analfabeto



Carente



Pobre de alegria, de vida, de sorriso, de futuro, de astúcia de entusiasmo. Mendigo da maneira mais apelante que fora pensar ver-se rico ao ver lixeiras e restos são presentes mais que animadores pros dias nascerem felizes. Analfabeto por estatísticas de não discernir letras mas conto perfeitamente minha História com todas os acentos, interjeições, análises, seguindo roteiro inicio meio e fim... Interpreto a pobreza não só da qual no meio estou, mas interpreto a pobreza mental de quão tentam entender sem propor-se ajudar, suprir carência, de que nem sabem, o que impossibilita visão, não preciso de olhares piedosos piedade peço a Deus, Descriminas o que não conhece e reconheço que não gostariam de conhecer... E me volta aquele vazio... Parece ser no estomago, mas se propaga ao corpo magrelo no qual provoca ânsia a quem olhar, onde não se sabe quando começa a pele ou quando termina o esqueleto, aparência das meninas bulemicas mas com sua particularidade de não querer ser.



E volta aquele vazio... Agora suplementar a dor que trago no coração de que um dia os dias nascerão felizes, mesmo que seja em sonhos os quais alimentam e suprem dores.



Ser pobre, mendigo, analfabeto, carente não é o problema é sim os olhares humilhantes de pena, colocado como animal. E na minha posição vou continuando.



Voltarei então a Dormir e tentar sonhar um sonho...



Quem Sabe menos real...

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